87 tipos de checagem em 14 famílias, cada um classificado por OWASP Top 10 e CWE. Cada tipo roda contra cada página, cada arquivo e cada cabeçalho que o seu site entrega — o seu relatório mostra quantas verificações foram executadas de fato.
Segredos no frontend
Stripe, OpenAI, Anthropic, AWS, Google, GitHub, chaves PEM — e a service_role do Supabase, que ignora toda a RLS. Nos bundles e no HTML renderizado no servidor (SSR).
Banco público (RLS)
Teste ativo: tentamos ler suas tabelas sem autenticação. Se vier linha, o banco está aberto — e a gente conta quantas.
Firebase aberto
Realtime Database e Firestore que respondem sem login, e Storage listável — o atalho de backend dos apps de IA, muitas vezes esquecido aberto.
Buckets públicos
Buckets S3 e Google Cloud Storage listáveis: dá pra enumerar — e baixar — o que devia ser privado.
Arquivos expostos
.env, .git e backups de configuração servidos publicamente. Segredo a um clique, sem técnica nenhuma.
Superfície oculta
Subdomínios que você esqueceu (api., staging., admin.) pelo Certificate Transparency, e endpoints internos — Actuator, Swagger, phpinfo, GraphQL — que vazam config e o mapa da sua API.
Cabeçalhos e cookies
CSP, HSTS, clickjacking, nosniff, Referrer-Policy, e as flags do cookie de sessão.
HTTPS, TLS e conteúdo misto
Redirect faltando, certificado vencendo, TLS obsoleto e recurso HTTP dentro de página HTTPS.
CORS, Web Storage e dado pessoal
Origem coringa (com e sem credenciais), token de sessão onde qualquer script alcança, e dado pessoal — cartão, CPF — guardado no navegador.
DNS de e-mail e CAA
SPF, DMARC e CAA ausentes — os buracos que quase nenhum scanner de site olha, e que viram phishing no seu nome ou certificado emitido por quem não devia.
Cadeia de suprimentos (SRI)
Scripts de terceiros sem Subresource Integrity: se o CDN for comprometido, código estranho entra direto no seu site.
Bibliotecas com falha conhecida
jQuery, lodash, axios, Handlebars e outras: cruzamos a versão que o seu site carrega com falhas públicas já corrigidas.
Resiliência (CDN/WAF)
Sinais de CDN ou WAF na frente do site. Sem essa camada de borda, um pico de acessos — ou um robô — pode derrubar a sua origem.
WordPress
Usuários enumeráveis pela API REST, xmlrpc.php aberto e readme.html expondo a versão — as primeiras portas que os robôs batem.
Permissões na área logada
Nos níveis +Usuário e +Admin: dados de um usuário acessíveis por outro (IDOR) e escalada de privilégio — usuário comum chegando no que é só do admin.
Classificação e prioridade
Cada achado sai com OWASP Top 10, CWE, esforço estimado e sinalização de LGPD quando há dado pessoal em risco.